quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
...agora e na hora de nossa morte...
Muito orei pra não ver este momento Pra não sentir o cheiro destas flores Agora é tarde, tudo foi em vão Anjos e Demônios Dançam em minha cabeça Não tem mais peso as mentiras nem extensão as verdades Tudo agora é um grande vazio Um buraco em minha existência E pouco a pouco, vou perdendo o controle Não consigo entender Ninguém precisa mais de você, do que Eu Não eram essas as flores que você merecia Agora muito depressa, estou perdendo o controle Não há mais vontade alguma Agora me falta o "Alguém". ass: Karla Maggot |
Distante
O que eu vi diante de você, Foi a imagem que esperava ver Desesperado sem saber porque Deixando a vida, deixando de viver.
A solidão amiga e companheira Estranha face fria e sossegada Angústia pelo silêncio à noite inteira Na bela noite negra e gelada.
Pairou diante de mim por tempo Com cegos olhos me via diferente Como a lenta morte, soprava o vento Sinto te deixar, embora, sem lamento.
Nosso tempo já foi diferente A mudanças por que passa agora Mas a dor entre nós era intermitente Dou-lhe adeus e deixando-a ir embora.
Deixando um peso na alma sem saber Quando a vi na margem do rio, Águas turvas mas também calmas No momento que não esperava reviver.
Agora você está aí sem nada a fazer Deixo contigo minhas tristes lembranças Pela eternidade, irei me arrepender Ver-te ao meu lado ainda é minha esperança. ass: Karla Maggot |
domingo, 31 de janeiro de 2010
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
Pequenezas da Alma
Dizem ser o tudo, a grande força do infinito mas prova-se o nada mais digno que isso, pode vir de um sorriso de donzela ou simplesmente brotar no coração invadido nos leva da leveza do ar às chamas da dor sem no entanto reação demonstrarmos pobres escravos dependentes do que lhes traz a mais profunda dor mendigando amor pranto derramado por ter sido conquistado pelo beijo da morte antes batia no peito o coração forte agora na alma avassalada gritos, dor e tormentos puramente a terra devastada ruínas do ser embalsamado que carrega no semblante carregado a dor de já ter amado...
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