domingo, 4 de abril de 2010
sábado, 3 de abril de 2010

sexta-feira, 2 de abril de 2010

domingo, 28 de março de 2010

sábado, 27 de março de 2010

quinta-feira, 25 de março de 2010
quarta-feira, 24 de março de 2010
terça-feira, 23 de março de 2010
domingo, 21 de março de 2010
Amargo prazer
Toco-te com os lábios desejosos;
olhos fechados e espírito leve.
Degusto-te com suave requinte
de prazer imensurável.
Aprecio-te como a linfa soberba
que leva de mim todos os pesares.
Trago-te como sopro divino
do alívio tardio, mas triunfante.
Deixo-te como vestígio agonizante,
Tentador sedutor
Do qual se bebe o amor.

Quero ser a noite
Já não me basta este corpo de carne
E já me doem lembranças desta vida
Eu quero ser a noite, em todo seu esplendor
Quero ser o céu escuro que te cobre nas noites sem lua
Já não me basta esta beleza limitada
Essas paixões de memórias
Este corpo de vida curta
Não quero ser lembrada
Não quero ser esquecida
Não quero estar aqui
Eu quero ser
Apenas ser
E sempre ser
Eu quero que me sintas, me toques, me vejas
E eu não estarei lá
Não quero estar ao teu lado para que apenas assim penses
Eu
A noite de beleza eterna
Quero ser a brisa que te toca todas as manhãs
Que te traz noticias de além mar
Eu quero ser o manto negro que te cobre ao final de todas as tardes
Eu quero ser a noite
Quero ser para sempre
sábado, 20 de março de 2010
sábado, 13 de fevereiro de 2010
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quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
Em Busca da Paz
Me escondi por muito tempo... Buscando ser uma pessoa normal Sempre fui triste, mas tentei ser forte, Achei que fosse só uma fase de minha vida Mas percebi que não, minha sina é ser assim Constantemente angustiado e triste Os dias passam lentamente É uma tortura viver Mas sou covarde, não tenho coragem de usar a adaga E atravessar esse meu coração deprimido Minha alma atordoada viverá por muito tempo, E quem sabe em uma outra vida, Minha alma seja alegre, feliz... E enfim possa descansar em paz ass: Karla Maggot |
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sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
Eskander
Eu respiro o perfume do lírio do campo Que já não sustenta mais de angústia Sangram as lágrimas que caem... suspiram à saudade que varre as lembranças... Quero cair... quero me jogar ao longe onde nada mais me acolherá Quero derramar sozinha minhas lágrimas Como o lírio, quero me isolar... mesmo que eu sangre até a sublime morte... Quero deitar sob a terra e observar a beleza de estar vulnerável e sozinha Ser absorvida para seu interior Ser parte da sua essência É tudo que quero e penso em sentir Em meus mais profundos momentos de desespero de quando minha alma exala a essência da morte Ao mesmo implicita o desejo de estar permeando a beleza vivida aos antepassados Um desejo que arde... que anseia a interromper esse sentimento Mas que não tem forças para lutar a isso... A esperança que resta não basta... Liga-se a mim por apenas um trêmulo fio Que a qualquer momento, assim como minha vida, poderá se romper. ass: Karla Maggot |
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
...agora e na hora de nossa morte...
Muito orei pra não ver este momento Pra não sentir o cheiro destas flores Agora é tarde, tudo foi em vão Anjos e Demônios Dançam em minha cabeça Não tem mais peso as mentiras nem extensão as verdades Tudo agora é um grande vazio Um buraco em minha existência E pouco a pouco, vou perdendo o controle Não consigo entender Ninguém precisa mais de você, do que Eu Não eram essas as flores que você merecia Agora muito depressa, estou perdendo o controle Não há mais vontade alguma Agora me falta o "Alguém". ass: Karla Maggot |
Distante
O que eu vi diante de você, Foi a imagem que esperava ver Desesperado sem saber porque Deixando a vida, deixando de viver.
A solidão amiga e companheira Estranha face fria e sossegada Angústia pelo silêncio à noite inteira Na bela noite negra e gelada.
Pairou diante de mim por tempo Com cegos olhos me via diferente Como a lenta morte, soprava o vento Sinto te deixar, embora, sem lamento.
Nosso tempo já foi diferente A mudanças por que passa agora Mas a dor entre nós era intermitente Dou-lhe adeus e deixando-a ir embora.
Deixando um peso na alma sem saber Quando a vi na margem do rio, Águas turvas mas também calmas No momento que não esperava reviver.
Agora você está aí sem nada a fazer Deixo contigo minhas tristes lembranças Pela eternidade, irei me arrepender Ver-te ao meu lado ainda é minha esperança. ass: Karla Maggot |
domingo, 31 de janeiro de 2010
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
Pequenezas da Alma
Dizem ser o tudo, a grande força do infinito mas prova-se o nada mais digno que isso, pode vir de um sorriso de donzela ou simplesmente brotar no coração invadido nos leva da leveza do ar às chamas da dor sem no entanto reação demonstrarmos pobres escravos dependentes do que lhes traz a mais profunda dor mendigando amor pranto derramado por ter sido conquistado pelo beijo da morte antes batia no peito o coração forte agora na alma avassalada gritos, dor e tormentos puramente a terra devastada ruínas do ser embalsamado que carrega no semblante carregado a dor de já ter amado...
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